Trabalhadores da JSL entram em greve contra demissões em massa

Empresa terceirizada era responsável pelo setor de logística da Novelis

Escrito por: Guilherme Moura - Sindicato dos Metalúrgicos de Pindamonhangaba • Última modificação: 13/09/2017 - 10:47 • Publicado em: 13/09/2017 - 10:43 Escrito por: Guilherme Moura - Sindicato dos Metalúrgicos de Pindamonhangaba Publicado em: 13/09/2017 - 10:43 Última modificação: 13/09/2017 - 10:47

Guilherme Moura - Sindicato dos Metalúrgicos de Pindamonhangaba Paralisação conjunta de condutores e metalúrgicos contra demissões na JSL

Os trabalhadores da JSL (Julio Simões Logística) entraram em greve nessa terça-feira, dia 12, contra a demissão de 120 trabalhadores.

Segundo o Sindicato dos Condutores do Vale do Paraíba, com o término do contrato da JSL, havia o compromisso da nova empresa, a Penske, em contratar esses trabalhadores, o que não ocorreu.

O sindicato também reivindica abertura de negociação com a Penske, como explica o dirigente Silvio Mota – Maguila: “Estava tudo certo para a empresa absorver 100% dos funcionários. Agora ela está dizendo que o sindicato que representa é outro, mesmo o registro dela sendo da nossa categoria, e não está nem nos atendendo mais. A Novelis também não está dando atenção pra isso”, disse

No começo da manhã, os funcionários da Novelis, que são metalúrgicos, fizeram uma paralisação de uma hora em solidariedade aos trabalhadores condutores.

Para Sérgio da Silva, dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos de Pindamonhangaba, as mudanças dessas empresas terceirizadas ocorre por causa de salários. “Os trabalhadores da Penske terão menos salários e até menos direitos se forem para outro sindicato. É a precarização do trabalho. Recentemente, a Tecn-Serv teve que fechar com o término do contrato e até hoje 80 funcionários estão com dificuldade para receber as rescisões”, disse Sérgio.

A Novelis emprega 1.100 funcionários metalúrgicos. A JSL, que possui 24 mil trabalhadores no Brasil, atua em Pinda apenas na Novelis, com 120 funcionários entre motoristas e operadores de logística. A transferência deles para outras unidades da JSL não havia sido cogitada devido ao compromisso da Penske em absorver a mão de obra.

 

Título: Trabalhadores da JSL entram em greve contra demissões em massa, Conteúdo: Os trabalhadores da JSL (Julio Simões Logística) entraram em greve nessa terça-feira, dia 12, contra a demissão de 120 trabalhadores. Segundo o Sindicato dos Condutores do Vale do Paraíba, com o término do contrato da JSL, havia o compromisso da nova empresa, a Penske, em contratar esses trabalhadores, o que não ocorreu. O sindicato também reivindica abertura de negociação com a Penske, como explica o dirigente Silvio Mota – Maguila: “Estava tudo certo para a empresa absorver 100% dos funcionários. Agora ela está dizendo que o sindicato que representa é outro, mesmo o registro dela sendo da nossa categoria, e não está nem nos atendendo mais. A Novelis também não está dando atenção pra isso”, disse No começo da manhã, os funcionários da Novelis, que são metalúrgicos, fizeram uma paralisação de uma hora em solidariedade aos trabalhadores condutores. Para Sérgio da Silva, dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos de Pindamonhangaba, as mudanças dessas empresas terceirizadas ocorre por causa de salários. “Os trabalhadores da Penske terão menos salários e até menos direitos se forem para outro sindicato. É a precarização do trabalho. Recentemente, a Tecn-Serv teve que fechar com o término do contrato e até hoje 80 funcionários estão com dificuldade para receber as rescisões”, disse Sérgio. A Novelis emprega 1.100 funcionários metalúrgicos. A JSL, que possui 24 mil trabalhadores no Brasil, atua em Pinda apenas na Novelis, com 120 funcionários entre motoristas e operadores de logística. A transferência deles para outras unidades da JSL não havia sido cogitada devido ao compromisso da Penske em absorver a mão de obra.  



Informa CUT-SP

Cadastre-se e receba periodicamente
nossos boletins informativos.