Sindicato dos Sociólogos elege direção e garante lutas em 2018

Entidade assume entre suas bandeiras a luta contra a reforma da Previdência

Escrito por: Vanessa Ramos - CUT-SP • Última modificação: 09/02/2018 - 12:35 • Publicado em: 08/02/2018 - 18:06 Escrito por: Vanessa Ramos - CUT-SP Publicado em: 08/02/2018 - 18:06 Última modificação: 09/02/2018 - 12:35

Divulgação

Em março está prevista a posse da nova direção do Sindicato dos Sociólogos do Estado de São Paulo (Sindsesp), eleita no final de janeiro.

Além da defesa dos direitos da categoria, o sindicato assume também a luta contra a reforma da Previdência, em sintonia com o cenário nacional, como afirma a presidenta eleita da entidade, Sandra Carvalho.

“Temos nos empenhado, desde a gestão anterior, não apenas em consolidar a atuação do sindicato, expandindo o debate sobre diversos temas do cenário político atual, como também temos investido na informação em momentos decisivos de nosso país. Percebemos neste processo como as nossas redes sociais ajudaram a democratizar o debate, com interações permanentes”, diz a dirigente.

Para o presidente da CUT-SP, Douglas Izzo, a sociologia é um dos mais importantes instrumentos de reflexão crítica sobre a sociedade. “Disciplinas como a sociologia e a filosofia deveriam ter carga horária maior porque permitem a conscientização dos alunos, mas, setores reacionários defendem o contrário”, afirma o dirigente, que participou de inúmeras lutas sobre este tema nos últimos anos.

Título: Sindicato dos Sociólogos elege direção e garante lutas em 2018, Conteúdo: Em março está prevista a posse da nova direção do Sindicato dos Sociólogos do Estado de São Paulo (Sindsesp), eleita no final de janeiro. Além da defesa dos direitos da categoria, o sindicato assume também a luta contra a reforma da Previdência, em sintonia com o cenário nacional, como afirma a presidenta eleita da entidade, Sandra Carvalho. “Temos nos empenhado, desde a gestão anterior, não apenas em consolidar a atuação do sindicato, expandindo o debate sobre diversos temas do cenário político atual, como também temos investido na informação em momentos decisivos de nosso país. Percebemos neste processo como as nossas redes sociais ajudaram a democratizar o debate, com interações permanentes”, diz a dirigente. Para o presidente da CUT-SP, Douglas Izzo, a sociologia é um dos mais importantes instrumentos de reflexão crítica sobre a sociedade. “Disciplinas como a sociologia e a filosofia deveriam ter carga horária maior porque permitem a conscientização dos alunos, mas, setores reacionários defendem o contrário”, afirma o dirigente, que participou de inúmeras lutas sobre este tema nos últimos anos.



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