Sarau das Pretas: arte negra e feminina nas periferias

O coletivo surgiu em março deste ano, quando quatro amigas decidiram se juntaram para mostrar a força e o talento da mulher negra nas artes

Escrito por: Redação - RBA • Publicado em: 22/11/2016 - 12:02 Escrito por: Redação - RBA Publicado em: 22/11/2016 - 12:02

 O sarau das pretas é um coletivo formado por artistas negras da cidade de São Paulo. Através da poesia, elas levam uma mensagem de luta, resistência e reconhecimento para as periferias. "A ideia do sarau é potencializar essa literatura negra e feminina, mas também utilizando as outras linguagens como a música e a dança", explica a poeta Elizandra Souza, à repórter Sandra Paulino, da TVT.

O coletivo surgiu em março deste ano, quando quatro amigas decidiram se juntaram para mostrar a força e o talento da mulher negra nas artes. "Nós somos artistas periféricas. A periferia, durante muito tempo, é colocada como menor. A gente mostra que, embora temos que sair dela para se formar, voltamos para ela", conta a atriz e poeta Jô Freitas.

Durante apresentação do grupo na última sexta-feira (18), em Mogi das Cruzes, região metropolitana de São Paulo, o grupo resgatou o jongo e propôs uma reflexão sobre o papel do negro na sociedade atual. Neste mês de Consciência Negra, elas criaram o projeto Pretas em Marcha. "Hoje a gente entende a existência de coletivos negros para subverter essa ideia de que negros não são só ligados a escravidão e opressão. Somos negras, somos artistas, somos periféricas. E precisamos estar nesses espaços", afirma Jô.

A próxima apresentação do Sarau das Pretas ocorre no sábado (26), às 20h, no Sesc Campo Limpo, zona sul da capital paulista. O encontro terá as participações do Coletivo Fala Guerreira e do Slam das Minas.

Título: Sarau das Pretas: arte negra e feminina nas periferias, Conteúdo:  O sarau das pretas é um coletivo formado por artistas negras da cidade de São Paulo. Através da poesia, elas levam uma mensagem de luta, resistência e reconhecimento para as periferias. "A ideia do sarau é potencializar essa literatura negra e feminina, mas também utilizando as outras linguagens como a música e a dança", explica a poeta Elizandra Souza, à repórter Sandra Paulino, da TVT. O coletivo surgiu em março deste ano, quando quatro amigas decidiram se juntaram para mostrar a força e o talento da mulher negra nas artes. "Nós somos artistas periféricas. A periferia, durante muito tempo, é colocada como menor. A gente mostra que, embora temos que sair dela para se formar, voltamos para ela", conta a atriz e poeta Jô Freitas. Durante apresentação do grupo na última sexta-feira (18), em Mogi das Cruzes, região metropolitana de São Paulo, o grupo resgatou o jongo e propôs uma reflexão sobre o papel do negro na sociedade atual. Neste mês de Consciência Negra, elas criaram o projeto Pretas em Marcha. "Hoje a gente entende a existência de coletivos negros para subverter essa ideia de que negros não são só ligados a escravidão e opressão. Somos negras, somos artistas, somos periféricas. E precisamos estar nesses espaços", afirma Jô. A próxima apresentação do Sarau das Pretas ocorre no sábado (26), às 20h, no Sesc Campo Limpo, zona sul da capital paulista. O encontro terá as participações do Coletivo Fala Guerreira e do Slam das Minas.



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