Protesto contra reforma da Previdência reúne 2,6 mil petroleiros do Unificado

Atos tiveram adesão em massa

Escrito por: Alessandra Campos - Sindipetro Unificado-SP • Publicado em: 16/03/2017 - 15:47 Escrito por: Alessandra Campos - Sindipetro Unificado-SP Publicado em: 16/03/2017 - 15:47

Foto: Maycon Soldan/Sindipetro Unificado-SPFoto: Maycon Soldan/Sindipetro Unificado-SPCerca de 2,6 mil petroleiros da base do Sindicato Unificado do Estado de São Paulo (Sindipetro Unificado-SP) participaram, na manhã de quarta (15), do Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência (PEC 287), proposta que está em tramitação no Congresso Nacional.

Foram realizados atos de atraso na entrada dos trabalhadores da Replan, em Paulínia, da Recap, em Mauá, e do Terminal de Barueri. Em Paulínia, a rodovia que dá acesso à refinaria ficou bloqueada por quase uma hora. Em Barueri, o tráfego também foi interditado.

Os atos do Unificado tiveram adesão em massa. Em Mauá, a manifestação reuniu em frente à refinaria cerca de 800 trabalhadores próprios e terceirizados, que iniciaram o expediente três horas mais tarde. Antes da entrada, petroleiros e Sindicato definiram que não haveria emissão de PT's (Permissão de Trabalho) durante todo o dia de hoje.

Em Barueri, cerca de 200 trabalhadores próprios e terceirizados da Transpetro, BR e Liquigás aderiram ao movimento nacional e fizeram um atraso de duas horas no início da jornada. O protesto parou os caminhões da BR, o que provocou um grande congestionamento no acesso do km 19,5 da Rodovia Castelo Branco, sentido interior.

Em Paulínia, a mobilização reuniu cerca de 1,6 mil trabalhadores próprios e terceirizados em frente à refinaria. A rodovia Professor Zeferino Vaz, que liga Campinas a Cosmópolis e é a via de acesso para a refinaria, foi fechada pelos trabalhadores e sindicalistas, que invadiram as duas pistas. O bloqueio causou grandes filas de veículos e o tráfego foi liberado por volta das 10h30. O atraso na Replan foi de quatro horas e meia, ou seja, metade da jornada diária de trabalho.

À tarde, dirigentes do Sindicato e petroleiros aposentados e da ativa foram para São Paulo, onde participaram do grande ato contra o desmonte da Previdência, que ocorreu na Avenida Paulista.

 

Título: Protesto contra reforma da Previdência reúne 2,6 mil petroleiros do Unificado, Conteúdo: Cerca de 2,6 mil petroleiros da base do Sindicato Unificado do Estado de São Paulo (Sindipetro Unificado-SP) participaram, na manhã de quarta (15), do Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência (PEC 287), proposta que está em tramitação no Congresso Nacional. Foram realizados atos de atraso na entrada dos trabalhadores da Replan, em Paulínia, da Recap, em Mauá, e do Terminal de Barueri. Em Paulínia, a rodovia que dá acesso à refinaria ficou bloqueada por quase uma hora. Em Barueri, o tráfego também foi interditado. Os atos do Unificado tiveram adesão em massa. Em Mauá, a manifestação reuniu em frente à refinaria cerca de 800 trabalhadores próprios e terceirizados, que iniciaram o expediente três horas mais tarde. Antes da entrada, petroleiros e Sindicato definiram que não haveria emissão de PT's (Permissão de Trabalho) durante todo o dia de hoje. Em Barueri, cerca de 200 trabalhadores próprios e terceirizados da Transpetro, BR e Liquigás aderiram ao movimento nacional e fizeram um atraso de duas horas no início da jornada. O protesto parou os caminhões da BR, o que provocou um grande congestionamento no acesso do km 19,5 da Rodovia Castelo Branco, sentido interior. Em Paulínia, a mobilização reuniu cerca de 1,6 mil trabalhadores próprios e terceirizados em frente à refinaria. A rodovia Professor Zeferino Vaz, que liga Campinas a Cosmópolis e é a via de acesso para a refinaria, foi fechada pelos trabalhadores e sindicalistas, que invadiram as duas pistas. O bloqueio causou grandes filas de veículos e o tráfego foi liberado por volta das 10h30. O atraso na Replan foi de quatro horas e meia, ou seja, metade da jornada diária de trabalho. À tarde, dirigentes do Sindicato e petroleiros aposentados e da ativa foram para São Paulo, onde participaram do grande ato contra o desmonte da Previdência, que ocorreu na Avenida Paulista.  



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