Protesto contra ameaça de corte de luz na Flaskô acontece nesta quinta-feira (28)

Empresa, que está sob controle dos funcionários há 11 anos, acusa a CPFL de romper acordo

Escrito por: Redação - Brasil de Fato • Publicado em: 28/08/2014 - 11:49 Escrito por: Redação - Brasil de Fato Publicado em: 28/08/2014 - 11:49

Acontecerá nesta quinta-feira (28) um protesto dos trabalhadores da Flaskô, empresa do ramo de plásticos sediada na cidade de Sumaré, interior de São Paulo, contra a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL).

Os trabalhadores, que também são os gestores da empresa, acusam a CPFL de romper um acordo de forma unilateral. A nota emitida pela Flaskô aponta que o antigo dono da fábrica deixou uma dívida no valor de R$ 700 mil reais com a companhia, mas que desde que os trabalhadores assumiram o controle, mais da metade deste débito foi pago.

O acordo com a CPFL reza que uma conta por mês seria paga, mesmo que referente ao período anterior. Os trabalhadores apontam que a fábrica quitou o débito referente ao mês de julho no último dia 15, mas a companhia quer cobrar a conta de agosto, que venceria dia 15 de setembro, até o dia 28 sob a ameaça de cortar a luz da fábrica.

Com a falta de acordo, os trabalhadores vão organizar um protesto nessa quinta-feira para “mostrar a importância da Flaskô permanecer aberta”. Ele acontece na frente da sede da CPFL, na Estrada Campinas-Mogi, a partir das 10 horas.

Título: Protesto contra ameaça de corte de luz na Flaskô acontece nesta quinta-feira (28), Conteúdo: Acontecerá nesta quinta-feira (28) um protesto dos trabalhadores da Flaskô, empresa do ramo de plásticos sediada na cidade de Sumaré, interior de São Paulo, contra a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL). Os trabalhadores, que também são os gestores da empresa, acusam a CPFL de romper um acordo de forma unilateral. A nota emitida pela Flaskô aponta que o antigo dono da fábrica deixou uma dívida no valor de R$ 700 mil reais com a companhia, mas que desde que os trabalhadores assumiram o controle, mais da metade deste débito foi pago. O acordo com a CPFL reza que uma conta por mês seria paga, mesmo que referente ao período anterior. Os trabalhadores apontam que a fábrica quitou o débito referente ao mês de julho no último dia 15, mas a companhia quer cobrar a conta de agosto, que venceria dia 15 de setembro, até o dia 28 sob a ameaça de cortar a luz da fábrica. Com a falta de acordo, os trabalhadores vão organizar um protesto nessa quinta-feira para “mostrar a importância da Flaskô permanecer aberta”. Ele acontece na frente da sede da CPFL, na Estrada Campinas-Mogi, a partir das 10 horas.



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