Prefeitura de São Carlos deve mais de 600 horas extras a tratadores de canil

Em reunião para tratar do assunto, administração municipal não comparece

Escrito por: Sindspam São Carlos • Última modificação: 23/06/2017 - 11:43 • Publicado em: 23/06/2017 - 11:39 Escrito por: Sindspam São Carlos Publicado em: 23/06/2017 - 11:39 Última modificação: 23/06/2017 - 11:43

Divulgação

O Sindicato dos Servidores Públicos e Autárquicos Municipais de São Carlos (Sindspam) está desde março intermediando o pagamento das 600 horas extras devidas a seis tratadores do Canil Municipal de São Carlos. A administração municipal deve essas horas desde dezembro de 2016.

Em 14 de março, o Sindicato encaminhou ofícios à Secretaria de Administração e Gestão Pessoal e de Serviços Públicos solicitando a regularização desses pagamentos urgentemente. A Secretaria de Administração e Gestão Pessoal respondeu ao ofício, mas não informou quando seria feito o pagamento das horas devidas.

No mesmo ofício o sindicato anexou a “solicitação de autorização de horas extraordinárias remuneradas”, assinado pelos servidores em questão, a chefia imediata e o secretário de Serviços Públicos da época, cumprindo assim os requisitos formulados por meio de decreto.

Essas horas extras ocorreram devido ao déficit de tratadores no canil, gatil e posto zootécnico da cidade. Para regularizar essa questão seria necessária a contratação de mais seis tratadores.

O sindicato solicitou junto a Gerência Regional do Trabalho de São Carlos uma mesa redonda para tentar um acordo, realizada na última quarta-feira (21) com a presença dos diretores do sindicato Adail Alves de Toledo e Gilberto Rodrigues Antunes. A Prefeitura não enviou nenhum representante para a reunião.

Os sindicalistas lamentaram a ausência da Prefeitura no encontro e disseram que agora só resta denunciar o caso ao Ministério Público do Trabalho. “Chamamos uma mesa redonda para tentar um acordo com a Prefeitura para tentar pagar essas horas extras que são devidas a esses servidores, mas infelizmente ninguém compareceu. Agora iremos acionar a fiscalização da própria Gerencia Regional do Trabalho e denunciar o caso ao Ministério Público do Trabalho de Araraquara para normalizar os pagamentos desses trabalhadores. Não podemos permitir tamanho descaso da administração com trabalhadores que deixaram suas famílias e sacrificaram finais de semanas para atender as necessidades da administração”, disse Gilberto Rodrigues. 

Título: Prefeitura de São Carlos deve mais de 600 horas extras a tratadores de canil, Conteúdo: O Sindicato dos Servidores Públicos e Autárquicos Municipais de São Carlos (Sindspam) está desde março intermediando o pagamento das 600 horas extras devidas a seis tratadores do Canil Municipal de São Carlos. A administração municipal deve essas horas desde dezembro de 2016. Em 14 de março, o Sindicato encaminhou ofícios à Secretaria de Administração e Gestão Pessoal e de Serviços Públicos solicitando a regularização desses pagamentos urgentemente. A Secretaria de Administração e Gestão Pessoal respondeu ao ofício, mas não informou quando seria feito o pagamento das horas devidas. No mesmo ofício o sindicato anexou a “solicitação de autorização de horas extraordinárias remuneradas”, assinado pelos servidores em questão, a chefia imediata e o secretário de Serviços Públicos da época, cumprindo assim os requisitos formulados por meio de decreto. Essas horas extras ocorreram devido ao déficit de tratadores no canil, gatil e posto zootécnico da cidade. Para regularizar essa questão seria necessária a contratação de mais seis tratadores. O sindicato solicitou junto a Gerência Regional do Trabalho de São Carlos uma mesa redonda para tentar um acordo, realizada na última quarta-feira (21) com a presença dos diretores do sindicato Adail Alves de Toledo e Gilberto Rodrigues Antunes. A Prefeitura não enviou nenhum representante para a reunião. Os sindicalistas lamentaram a ausência da Prefeitura no encontro e disseram que agora só resta denunciar o caso ao Ministério Público do Trabalho. “Chamamos uma mesa redonda para tentar um acordo com a Prefeitura para tentar pagar essas horas extras que são devidas a esses servidores, mas infelizmente ninguém compareceu. Agora iremos acionar a fiscalização da própria Gerencia Regional do Trabalho e denunciar o caso ao Ministério Público do Trabalho de Araraquara para normalizar os pagamentos desses trabalhadores. Não podemos permitir tamanho descaso da administração com trabalhadores que deixaram suas famílias e sacrificaram finais de semanas para atender as necessidades da administração”, disse Gilberto Rodrigues. 



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