Petroleiros de SP: Diretas, já! Constituinte política, já!

Desde o desfecho do golpe, movimentos ocupam as ruas pela saída de Temer

Escrito por: Sindipetro Unificado de SP • Publicado em: 19/05/2017 - 12:17 Escrito por: Sindipetro Unificado de SP Publicado em: 19/05/2017 - 12:17

Reprodução/Sindipetro Unificado de SP

O mais novo capítulo do golpe atingiu de morte Michel Temer e seu governo ilegítimo. Todos os conspiradores - políticos tradicionais, mídia e judiciário – são unânimes em afirmar que não há qualquer condição para a continuidade deste governo.

Em uma operação orquestrada pela Polícia Federal, o controlador do grupo JBS, Joesley Batista, delator, utilizou escutas e dinheiro rastreado para provar o envolvimento de Michel Temer e Aécio Neves em negociatas de corrupção. Na ética de gângsteres é o salve se quem puder e quem dançar está por conta própria.

Desde o desfecho do golpe, com o impedimento da presidente Dilma Rousseff, os movimentos populares e sindicais ocupam as ruas exigindo o fim do governo e convocação de novas eleições diretas para presidente. Essas mobilizações forçaram o desgaste do atual governo, pressionaram para que os casos de corrupção fossem investigados e retardaram desastres que estão sendo gestados, como a reforma da Previdência e a trabalhista. Um dia após a divulgação de áudios envolvendo Temer e Joesley, o Congresso anunciou a suspensão das discussões dessas duas reformas.

No caso da Petrobrás, a atual direção, escolhida pelos golpistas, não tem legitimidade para continuar no cargo: ela representa um governo que não mais existe. Exigimos a imediata suspensão de todo plano de desinvestimento, vendas de ativos e leilões, que outra diretoria seja empossada após a eleição para escolha do novo/a presidente e que se abra um amplo debate com os trabalhadores e suas entidades para definir os rumos da companhia.

​Neste momento, em que os setores conservadores da sociedade e da política correm para encontrar uma saída para essa crise que lhes seja conveniente, os movimentos populares e sindicais têm o dever de aprofundar as mobilizações e manifestações, continuar a ocupar as ruas e exercer seu papel protagonista neste ímpar momento da história do país.

Tão importante como eleições diretas já é a criação de uma Constituinte para debater um novo modelo político para o Brasil.

A Diretoria do Sindipetro Unificado do Estado de São Paulo está atenta ao desenrolar desta crise terminal do governo e alerta para possíveis manipulações orquestradas pela mídia golpista, que busca uma alternativa conservadora para assegurar seus interesses de classe.

​É o momento de o povo sair às ruas e ser ouvido. Eleições diretas, já!

Diretoria do Sindicato Unificado dos Petroleiros de São Paulo

Título: Petroleiros de SP: Diretas, já! Constituinte política, já!, Conteúdo: O mais novo capítulo do golpe atingiu de morte Michel Temer e seu governo ilegítimo. Todos os conspiradores - políticos tradicionais, mídia e judiciário – são unânimes em afirmar que não há qualquer condição para a continuidade deste governo. Em uma operação orquestrada pela Polícia Federal, o controlador do grupo JBS, Joesley Batista, delator, utilizou escutas e dinheiro rastreado para provar o envolvimento de Michel Temer e Aécio Neves em negociatas de corrupção. Na ética de gângsteres é o salve se quem puder e quem dançar está por conta própria. Desde o desfecho do golpe, com o impedimento da presidente Dilma Rousseff, os movimentos populares e sindicais ocupam as ruas exigindo o fim do governo e convocação de novas eleições diretas para presidente. Essas mobilizações forçaram o desgaste do atual governo, pressionaram para que os casos de corrupção fossem investigados e retardaram desastres que estão sendo gestados, como a reforma da Previdência e a trabalhista. Um dia após a divulgação de áudios envolvendo Temer e Joesley, o Congresso anunciou a suspensão das discussões dessas duas reformas. No caso da Petrobrás, a atual direção, escolhida pelos golpistas, não tem legitimidade para continuar no cargo: ela representa um governo que não mais existe. Exigimos a imediata suspensão de todo plano de desinvestimento, vendas de ativos e leilões, que outra diretoria seja empossada após a eleição para escolha do novo/a presidente e que se abra um amplo debate com os trabalhadores e suas entidades para definir os rumos da companhia. ​Neste momento, em que os setores conservadores da sociedade e da política correm para encontrar uma saída para essa crise que lhes seja conveniente, os movimentos populares e sindicais têm o dever de aprofundar as mobilizações e manifestações, continuar a ocupar as ruas e exercer seu papel protagonista neste ímpar momento da história do país. Tão importante como eleições diretas já é a criação de uma Constituinte para debater um novo modelo político para o Brasil. A Diretoria do Sindipetro Unificado do Estado de São Paulo está atenta ao desenrolar desta crise terminal do governo e alerta para possíveis manipulações orquestradas pela mídia golpista, que busca uma alternativa conservadora para assegurar seus interesses de classe. ​É o momento de o povo sair às ruas e ser ouvido. Eleições diretas, já! Diretoria do Sindicato Unificado dos Petroleiros de São Paulo



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