Mulheres realizam ato nesta quinta (10) em frente ao Ministério Público

Políticas de atendimento às mulheres vítimas de violência na cidade de SP estão em risco

Escrito por: Divulgação • Última modificação: 10/08/2017 - 12:39 • Publicado em: 10/08/2017 - 12:33 Escrito por: Divulgação Publicado em: 10/08/2017 - 12:33 Última modificação: 10/08/2017 - 12:39

Divulgação - FEM/CUT

Desde que assumiu, o Prefeito João Doria opera um verdadeiro desmonte das políticas para as mulheres na cidade de São Paulo. Num de seus primeiros atos, Dória extinguiu a Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres e criou dentro da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, uma Coordenação de Políticas.

Os serviços e equipamentos, como os Centros de Cidadania da Mulher - CCM e Centro de Referência a Mulher - CRM, sob responsabilidade da extinta secretaria padecem sem funcionárias, sem recursos e correm risco de serem fechados, como já aconteceu como CRM Onóris Ferreira Dias, em São Miguel Paulista. A Casa da Mulher Brasileira, apesar de já estar pronta, segue fechada e não se sabe se e quando ela começará a atender as mulheres vítimas de violência na cidade de São Paulo. 

Como se não bastasse, João Doria anuncia o corte de cerca de R$ 3,5 milhões nos serviços que atendem as mulheres vítimas de violência, os Centros de Defesa e Convivência da Mulher - CDCM, sob gestão da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social. 

Dória determina esse corte mesmo sabendo que nos primeiros 3 meses desse ano, os atendimentos realizados por esses serviços aumentaram em mais de 30%. Enquanto isso, crescem as estatísticas de violência contra as mulheres na cidade de São Paulo. Os casos de estupro também aumentaram na cidade em mais de 20%, em relação ao mesmo período do ano passado. Alarmantes também são os números de assassinatos de mulheres – feminicídios – sobretudo na zona sul e leste da capital. 

Essas iniciativas evidenciam que para João Doria as políticas de enfrentamento à violência e de atendimento das mulheres vítimas de violência não são prioridade! Assim, o movimento de mulheres na cidade de São Paulo, atento ao desmonte das políticas para as mulheres na cidade, convoca para o ato contra o desmonte das políticas públicas para as mulheres, em especial as destinadas ao enfrentamento e a atendimento as mulheres vítimas de violência.

Serviço

Ato contra o desmonte das políticas de enfrentamento e atendimento as mulheres vítimas de violência na cidade de São Paulo.

Dia 10 de agosto

Concentração: 14h – Em frente ao Ministério Público – Rua Riachuelo, 115. 

Caminhada até a Prefeitura Municipal de São Paulo.

Título: Mulheres realizam ato nesta quinta (10) em frente ao Ministério Público, Conteúdo: Desde que assumiu, o Prefeito João Doria opera um verdadeiro desmonte das políticas para as mulheres na cidade de São Paulo. Num de seus primeiros atos, Dória extinguiu a Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres e criou dentro da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, uma Coordenação de Políticas. Os serviços e equipamentos, como os Centros de Cidadania da Mulher - CCM e Centro de Referência a Mulher - CRM, sob responsabilidade da extinta secretaria padecem sem funcionárias, sem recursos e correm risco de serem fechados, como já aconteceu como CRM Onóris Ferreira Dias, em São Miguel Paulista. A Casa da Mulher Brasileira, apesar de já estar pronta, segue fechada e não se sabe se e quando ela começará a atender as mulheres vítimas de violência na cidade de São Paulo.  Como se não bastasse, João Doria anuncia o corte de cerca de R$ 3,5 milhões nos serviços que atendem as mulheres vítimas de violência, os Centros de Defesa e Convivência da Mulher - CDCM, sob gestão da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social.  Dória determina esse corte mesmo sabendo que nos primeiros 3 meses desse ano, os atendimentos realizados por esses serviços aumentaram em mais de 30%. Enquanto isso, crescem as estatísticas de violência contra as mulheres na cidade de São Paulo. Os casos de estupro também aumentaram na cidade em mais de 20%, em relação ao mesmo período do ano passado. Alarmantes também são os números de assassinatos de mulheres – feminicídios – sobretudo na zona sul e leste da capital.  Essas iniciativas evidenciam que para João Doria as políticas de enfrentamento à violência e de atendimento das mulheres vítimas de violência não são prioridade! Assim, o movimento de mulheres na cidade de São Paulo, atento ao desmonte das políticas para as mulheres na cidade, convoca para o ato contra o desmonte das políticas públicas para as mulheres, em especial as destinadas ao enfrentamento e a atendimento as mulheres vítimas de violência. Serviço Ato contra o desmonte das políticas de enfrentamento e atendimento as mulheres vítimas de violência na cidade de São Paulo. Dia 10 de agosto Concentração: 14h – Em frente ao Ministério Público – Rua Riachuelo, 115.  Caminhada até a Prefeitura Municipal de São Paulo.



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