Movimentos protestam em frente à prefeitura contra Temer

"Onde o golpista Michel Temer for, vai ter alguém se manifestando contra a política de desmonte do Estado ", afirma presidente da CUT-SP, Douglas Izzo

Escrito por: Bruno Pavan e Vanessa Ramos - CUT São Paulo • Última modificação: 07/08/2017 - 21:24 • Publicado em: 07/08/2017 - 15:59 Escrito por: Bruno Pavan e Vanessa Ramos - CUT São Paulo Publicado em: 07/08/2017 - 15:59 Última modificação: 07/08/2017 - 21:24

CUT-SP

Movimentos sindical e populares, dentre os quais a CUT-SP, promoveram nesta segunda-feira (7), em frente à sede da prefeitura de São Paulo, ato em protesto à presença do golpista Michel Temer na capital paulista, uma semana após a Câmara dos Deputados virar as costas para o desejo de 93% da população e arquivar a denúncia contra o presidente por corrupção passiva. 
 
Douglas Izzo, presidente da CUT-SP, afirmou que o ato de hoje, além de denunciar a política de privatizações realizada pelo prefeito João Doria (PSDB), mostrou que a classe trabalhadora não vai sair das ruas enquanto o governo ilegítimo de Temer estiver no poder. 
 
"A manifestação obrigou os convidados do prefeito e do presidente golpista a saírem pela porta dos fundos. A tônica dos movimentos populares e da classe trabalhadora vai seguir por esse caminho: onde o presidente golpista Michel Temer for, vai ter alguém se manifestando contra a política de desmonte do Estado, a retirada de direitos do povo trabalhador e por eleições diretas já", ressaltou.
 
O secretário de Mobilização da CUT-SP, João Batista Gomes, lembra que a manifestação visou ainda denunciar a postura de Doria. "Essa foi uma visita de cordialidade no qual o Temer veio agradecer o prefeito, que ajudou a salvá-lo no Congresso Nacional. Também serviu para mostrar as pretensões políticas de Doria, que vendeu a imagem do ‘não político’ e já quer ser o futuro presidente da República."   
  
Secretária de Comunicação da CUT-SP, a bancária Adriana Oliveira Magalhães reforçou a luta de sua categoria neste momento de enormes perdas de direitos da classe trabalhadora. “É uma vergonha o que está acontecendo em nosso país com a retirada de direitos, como é o caso da reforma trabalhista apoiada pela maioria dos parlamentares golpistas, num governo que está promovendo o desmonte dos bancos públicos, a serviço do mercado financeiro nacional.” 
 
Adriana lembrou ainda que os golpistas querem apagar da história irregularidades e crimes cometidos pelas instituições financeiras no Brasil. “Não bastasse os golpistas distribuírem favores bilionários a bancos e empresas, como é o caso das reformas que estão sendo aprovadas a toque de caixa, eles pretendem anistiar crimes das entidades que afetam diretamente o povo brasileiro.”
Título: Movimentos protestam em frente à prefeitura contra Temer, Conteúdo: Movimentos sindical e populares, dentre os quais a CUT-SP, promoveram nesta segunda-feira (7), em frente à sede da prefeitura de São Paulo, ato em protesto à presença do golpista Michel Temer na capital paulista, uma semana após a Câmara dos Deputados virar as costas para o desejo de 93% da população e arquivar a denúncia contra o presidente por corrupção passiva.    Douglas Izzo, presidente da CUT-SP, afirmou que o ato de hoje, além de denunciar a política de privatizações realizada pelo prefeito João Doria (PSDB), mostrou que a classe trabalhadora não vai sair das ruas enquanto o governo ilegítimo de Temer estiver no poder.    A manifestação obrigou os convidados do prefeito e do presidente golpista a saírem pela porta dos fundos. A tônica dos movimentos populares e da classe trabalhadora vai seguir por esse caminho: onde o presidente golpista Michel Temer for, vai ter alguém se manifestando contra a política de desmonte do Estado, a retirada de direitos do povo trabalhador e por eleições diretas já, ressaltou.   O secretário de Mobilização da CUT-SP, João Batista Gomes, lembra que a manifestação visou ainda denunciar a postura de Doria. Essa foi uma visita de cordialidade no qual o Temer veio agradecer o prefeito, que ajudou a salvá-lo no Congresso Nacional. Também serviu para mostrar as pretensões políticas de Doria, que vendeu a imagem do ‘não político’ e já quer ser o futuro presidente da República.       Secretária de Comunicação da CUT-SP, a bancária Adriana Oliveira Magalhães reforçou a luta de sua categoria neste momento de enormes perdas de direitos da classe trabalhadora. “É uma vergonha o que está acontecendo em nosso país com a retirada de direitos, como é o caso da reforma trabalhista apoiada pela maioria dos parlamentares golpistas, num governo que está promovendo o desmonte dos bancos públicos, a serviço do mercado financeiro nacional.”    Adriana lembrou ainda que os golpistas querem apagar da história irregularidades e crimes cometidos pelas instituições financeiras no Brasil. “Não bastasse os golpistas distribuírem favores bilionários a bancos e empresas, como é o caso das reformas que estão sendo aprovadas a toque de caixa, eles pretendem anistiar crimes das entidades que afetam diretamente o povo brasileiro.”



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