Lideranças defendem homenagem a Marisa Letícia com nome de viaduto em SP

Inauguração popular foi realizada no sábado, data de um ano da morte da ex-primeira dama

Escrito por: Redação RBA • Publicado em: 05/02/2018 - 10:45 Escrito por: Redação RBA Publicado em: 05/02/2018 - 10:45

Divlugação

Os líderes políticos que participaram no fim da manhã de sábado (3) da inauguração popular do viaduto Marisa Letícia, no M’Boi Mirim, zona sul de São Paulo, defenderam o direito da homenagem à ex-primeira dama ser prestada com a denominação da obra, diante do ato do prefeito de São Paulo, João Doria, que há um mês cancelou a inauguração oficial.

“O prefeito de São Paulo, o coxinha que quer ser governador, proibiu a inauguração oficial desse viaduto”, afirmou o ex-presidente nacional do PT, Rui Falcão. Depois de dizer que Doria revelou sua “pequenez” com o cancelamento, Falcão lembrou que no dia 1º de fevereiro o prefeito foi proibido de continuar usando o selo “Cidade Linda” na divulgação dos atos da prefeitura de São Paulo, “porque ele estava usando com finalidade eleitoral”.

O viaduto, localizado na Avenida Luiz Gushiken com Estrada do M’Boi Mirim, foi construído durante a gestão de Fernando Haddad como prefeito. A homenagem à ex-primeira dama Marisa Letícia, morta há exato um ano, foi objeto de intensa disputa política, mas a Câmara Municipal aprovou a denominação do viaduto.

O vereador Antonio Donato (PT) afirmou que o ódio que divide o país hoje, “criou esse clima, principalmente pelos meios de comunicação, em que uma homenagem é transformada em questão política”. O viaduto fica em uma região em que a gestão Haddad fez grandes intervenções de urbanização na área, removendo famílias que habitavam áreas de risco às margens de um córrego. “Aqui era um córrego com enchentes e foi o governo do PT que transformou esta região; temos o direito de homenagear D. Marisa”, disse.

O ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha afirmou que Marisa Letícia foi morta "pela intolerância que tomou conta do país". Padilha lembrou que Marisa sofria de hipertensão e durante anos fez tratamento sem ter maiores problemas. "Mas chegou uma hora em que a intolerância começou a perseguir Lula e a mulher", afirmou.

Título: Lideranças defendem homenagem a Marisa Letícia com nome de viaduto em SP, Conteúdo: Os líderes políticos que participaram no fim da manhã de sábado (3) da inauguração popular do viaduto Marisa Letícia, no M’Boi Mirim, zona sul de São Paulo, defenderam o direito da homenagem à ex-primeira dama ser prestada com a denominação da obra, diante do ato do prefeito de São Paulo, João Doria, que há um mês cancelou a inauguração oficial. “O prefeito de São Paulo, o coxinha que quer ser governador, proibiu a inauguração oficial desse viaduto”, afirmou o ex-presidente nacional do PT, Rui Falcão. Depois de dizer que Doria revelou sua “pequenez” com o cancelamento, Falcão lembrou que no dia 1º de fevereiro o prefeito foi proibido de continuar usando o selo “Cidade Linda” na divulgação dos atos da prefeitura de São Paulo, “porque ele estava usando com finalidade eleitoral”. O viaduto, localizado na Avenida Luiz Gushiken com Estrada do M’Boi Mirim, foi construído durante a gestão de Fernando Haddad como prefeito. A homenagem à ex-primeira dama Marisa Letícia, morta há exato um ano, foi objeto de intensa disputa política, mas a Câmara Municipal aprovou a denominação do viaduto. O vereador Antonio Donato (PT) afirmou que o ódio que divide o país hoje, “criou esse clima, principalmente pelos meios de comunicação, em que uma homenagem é transformada em questão política”. O viaduto fica em uma região em que a gestão Haddad fez grandes intervenções de urbanização na área, removendo famílias que habitavam áreas de risco às margens de um córrego. “Aqui era um córrego com enchentes e foi o governo do PT que transformou esta região; temos o direito de homenagear D. Marisa”, disse. O ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha afirmou que Marisa Letícia foi morta pela intolerância que tomou conta do país. Padilha lembrou que Marisa sofria de hipertensão e durante anos fez tratamento sem ter maiores problemas. Mas chegou uma hora em que a intolerância começou a perseguir Lula e a mulher, afirmou.



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