Centrais protestam contra governo Temer e reformas trabalhistas

Izzo também chamou atenção para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que propõe congelar investimentos sociais do poder público em diferentes áreas

Escrito por: Vanessa Ramos - CUT São Paulo • Publicado em: 22/09/2016 - 12:58 Escrito por: Vanessa Ramos - CUT São Paulo Publicado em: 22/09/2016 - 12:58
Para Douglas, os trabalhadores e a sociedade como um todo não devem pagar o pato do golpe em curso no Brasil - Foto: Roberto ParizottiPara Douglas, os trabalhadores e a sociedade como um todo não devem pagar o pato do golpe em curso no Brasil - Foto: Roberto Parizotti
Com bandeiras, balões e carros de som, militantes de sete centrais sindicais, dentre as quais a CUT, ocuparam na manhã desta quinta-feira (22) parte da Avenida Paulista, região central da cidade de São Paulo, neste Dia Nacional de Paralisação e Mobilização.
 
Os trabalhadores fizeram ato em frente à sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), contra reformas trabalhistas e retrocessos nos direitos sociais. Na ocasião, diferentes categorias do setor industrial que estão em campanha salarial no segundo semestre entregaram a pauta de reivindicação aos representantes patronais.
 
Presidente da CUT São Paulo, Douglas Izzo alertou que este dia representa mais uma etapa da construção da greve geral em função dos vários ataques promovidos pelo governo ilegítimo de Michel Temer. “Queremos empregos e direitos garantidos, sem nenhuma alteração que vá prejudicar a classe trabalhadora como é o caso da reforma da Previdência, o aumento da jornada de trabalho, a terceirização sem limites e a flexibilização das relações trabalhistas”, disse o dirigente.
 
Izzo também chamou atenção para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que pretende congelar investimentos sociais do poder público em diferentes áreas. “Isso afetará setores cruciais como a saúde e a educação nos próximos 20 anos. Os trabalhadores e a sociedade como um todo não devem pagar o pato do golpe em curso no Brasil”, ressaltou.
 
Do movimento sindical participam das ações desta quinta (22) a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a Intersindical, a Conlutas, a União Geral dos Trabalhadores (UGT), a Força Sindical, a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e diversos sindicatos. 

A partir das 16h, a CUT, centrais sindicais e movimentos sociais ligados às frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo irão se concentrar no Masp, na Av. Paulista, 1578, para a realização de um ato. 
Título: Centrais protestam contra governo Temer e reformas trabalhistas, Conteúdo: Com bandeiras, balões e carros de som, militantes de sete centrais sindicais, dentre as quais a CUT, ocuparam na manhã desta quinta-feira (22) parte da Avenida Paulista, região central da cidade de São Paulo, neste Dia Nacional de Paralisação e Mobilização.   Os trabalhadores fizeram ato em frente à sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), contra reformas trabalhistas e retrocessos nos direitos sociais. Na ocasião, diferentes categorias do setor industrial que estão em campanha salarial no segundo semestre entregaram a pauta de reivindicação aos representantes patronais.   Presidente da CUT São Paulo, Douglas Izzo alertou que este dia representa mais uma etapa da construção da greve geral em função dos vários ataques promovidos pelo governo ilegítimo de Michel Temer. “Queremos empregos e direitos garantidos, sem nenhuma alteração que vá prejudicar a classe trabalhadora como é o caso da reforma da Previdência, o aumento da jornada de trabalho, a terceirização sem limites e a flexibilização das relações trabalhistas”, disse o dirigente.   Izzo também chamou atenção para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que pretende congelar investimentos sociais do poder público em diferentes áreas. “Isso afetará setores cruciais como a saúde e a educação nos próximos 20 anos. Os trabalhadores e a sociedade como um todo não devem pagar o pato do golpe em curso no Brasil”, ressaltou.   Do movimento sindical participam das ações desta quinta (22) a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a Intersindical, a Conlutas, a União Geral dos Trabalhadores (UGT), a Força Sindical, a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e diversos sindicatos.  A partir das 16h, a CUT, centrais sindicais e movimentos sociais ligados às frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo irão se concentrar no Masp, na Av. Paulista, 1578, para a realização de um ato. 



Informa CUT-SP

Cadastre-se e receba periodicamente
nossos boletins informativos.