Campanha Salarial 2018: Metalúrgicos da CUT-SP iniciam debates sobre estratégias de luta

Em meio à turbulência política e jurídica, trabalhadores debatem pautas para a data-base

Escrito por: Marina Selerges/FEM-CUT/SP • Publicado em: 09/03/2018 - 11:07 Escrito por: Marina Selerges/FEM-CUT/SP Publicado em: 09/03/2018 - 11:07

Marina Selerges/FEM-CUT/SP

Nos dias 6 e 7 de março, dirigentes de sindicatos filiados à Federação dos Sindicatos de Metalúrgicos da CUT São Paulo, a FEM-CUT/SP, participaram de um seminário que tratou sobre pautas e estratégias para a Campanha Salarial de 2018.

“Em meio à aplicação da reforma trabalhista, que além da precarização das relações de trabalho, traz o fim da ultratividade das Convenções Coletivas, nós decidimos antecipar o debate sobre os caminhos que iremos percorrer para garantir a validade de nossos direitos”, explicou Luiz Carlos da Silva Dias, o Luizão, presidente da FEM-CUT/SP.

A programação do seminário trouxe elementos da conjuntura política, econômica e jurídica. “2018 será um ano turbulento, assim como outros anos, de muita luta, e exige cada vez mais organização por parte da classe trabalhadora”, continuou Luizão. Cada dirigente presente pode trazer a realidade da região que atua e propostas para a data-base da categoria que é 1º de setembro.

Título: Campanha Salarial 2018: Metalúrgicos da CUT-SP iniciam debates sobre estratégias de luta, Conteúdo: Nos dias 6 e 7 de março, dirigentes de sindicatos filiados à Federação dos Sindicatos de Metalúrgicos da CUT São Paulo, a FEM-CUT/SP, participaram de um seminário que tratou sobre pautas e estratégias para a Campanha Salarial de 2018. “Em meio à aplicação da reforma trabalhista, que além da precarização das relações de trabalho, traz o fim da ultratividade das Convenções Coletivas, nós decidimos antecipar o debate sobre os caminhos que iremos percorrer para garantir a validade de nossos direitos”, explicou Luiz Carlos da Silva Dias, o Luizão, presidente da FEM-CUT/SP. A programação do seminário trouxe elementos da conjuntura política, econômica e jurídica. “2018 será um ano turbulento, assim como outros anos, de muita luta, e exige cada vez mais organização por parte da classe trabalhadora”, continuou Luizão. Cada dirigente presente pode trazer a realidade da região que atua e propostas para a data-base da categoria que é 1º de setembro.



Informa CUT-SP

Cadastre-se e receba periodicamente
nossos boletins informativos.