Brasil é ouro nos Jogos Olímpicos

Apesar do vexame diplomático protagonizado pelo golpista Michel Temer, o Brasil entra para a história das Olímpiadas graças aos governos Lula e Dilma

Escrito por: Douglas Izzo - Presidente da CUT São Paulo • Publicado em: 22/08/2016 - 14:33 Escrito por: Douglas Izzo - Presidente da CUT São Paulo Publicado em: 22/08/2016 - 14:33

O Brasil saiu vitorioso dos Jogos Olímpicos apesar do momento político lamentável vivido no país. Subimos da 22ª colocação, em Londres, para a 13ª posição no Rio de Janeiro, em casa. Isso deve ser motivo de orgulho para os brasileiros. Foram sete ouros olímpicos, mais um recorde a ser comemorado. Em Londres, participamos de 40 finais, agora de 70. Nunca na história o Brasil se saiu tão bem em uma Olímpiada.

Da abertura que encantou o mundo com a diversidade cultural brasileira ao primeiro ouro com a Rafaela e o tri no vôlei, o Rio de Janeiro entrou para história também pelas festas nas ruas e praias. Foi uma linda recepção.

Apesar de parcela da elite não acreditar, o povo brasileiro mostrou ao mundo que o Brasil é capaz de sediar os Jogos Olímpicos e fazer história. Talvez não tenhamos superado completamente o complexo de “vira latas”, como bem descreveu Nelson Rodrigues sobre a inferioridade em que o brasileiro se coloca diante do resto do mundo. Mas demos mais um passo importante nesse sentido, resultado de uma política que há 13 anos mostra ao mundo e aos brasileiros que podemos mais.

O Brasil foi visto pelo mundo como nunca antes ocorreu. Graças ao seu povo, aos seus atletas e duas pessoas fundamentais nesse processo: Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Esse resultado olímpico nasceu com Lula. A projeção mundial que o Brasil alcançou no governo Lula e o projeto apresentado fizeram a diferença para eliminar Chicago, Madri e Tóquio e cravar pela primeira vez na história a realização dos Jogos Olímpicos na América do Sul.

E foi Dilma quem deu continuidade a essa história. Foi o governo Dilma que construiu todos os equipamentos, modernizou a mobilidade e reurbanizou parte do Rio de Janeiro, além do fundamental investimento na preparação dos atletas. Será um importante legado tanto de equipamentos quanto de conhecimento para o esporte brasileiro.

O programa “Brasil Medalhas” foi lançado em 13 de setembro de 2012 com objetivo de formar e investir em atletas de diversas modalidades. Foram R$ 1 bilhão entre bolsas aos atletas, aquisição de materiais e construção de centros de treinamento. Já o “Atletas de Alto Rendimento” foi elaborado ainda em 2008, no governo Lula, com o objetivo de fortalecer a equipe militar brasileira em eventos esportivos de alto nível.

“Segundo Tempo” foi outro importante programa lançado no início do governo Lula, em 2003, quando não imaginávamos sediar uma Olímpiada. Não por acaso o maior medalhista olímpico brasileiro, Isaías Queiroz, e seu parceiro Erlon Silva atribuíram ao programa o sucesso de seus resultados na Rio 2016. Criado como um instrumento de inclusão social, quando o “Segundo Tempo” começou Erlon tinha 12 anos e Isaquias apenas 9. Está aí hoje o resultado.

Vexame diplomático
A única “bola fora” do Brasil nesses Jogos Olímpicos foi protagonizado pelo golpista Michel Temer (PMDB) ao não comparecer no encerramento para passar o bastão ao responsável pelos jogos seguintes. Se não fosse o vexame diplomático com os japoneses, o interino Temer jamais teria um motivo real para participar da comemoração de encerramento. A Olimpíada é parte da herança de Lula e Dilma que Temer tentou herdar ao apunhalar a democracia com um Golpe de Estado. Não conseguiu nada além de um vexame. Um governo golpista jamais poderia participar de um momento como esse. Obrigado Lula e Dilma. Esse ouro é de vocês!

Foto: Divulgação/Mídia NinjaFoto: Divulgação/Mídia Ninja

 


 

Título: Brasil é ouro nos Jogos Olímpicos, Conteúdo: O Brasil saiu vitorioso dos Jogos Olímpicos apesar do momento político lamentável vivido no país. Subimos da 22ª colocação, em Londres, para a 13ª posição no Rio de Janeiro, em casa. Isso deve ser motivo de orgulho para os brasileiros. Foram sete ouros olímpicos, mais um recorde a ser comemorado. Em Londres, participamos de 40 finais, agora de 70. Nunca na história o Brasil se saiu tão bem em uma Olímpiada. Da abertura que encantou o mundo com a diversidade cultural brasileira ao primeiro ouro com a Rafaela e o tri no vôlei, o Rio de Janeiro entrou para história também pelas festas nas ruas e praias. Foi uma linda recepção. Apesar de parcela da elite não acreditar, o povo brasileiro mostrou ao mundo que o Brasil é capaz de sediar os Jogos Olímpicos e fazer história. Talvez não tenhamos superado completamente o complexo de “vira latas”, como bem descreveu Nelson Rodrigues sobre a inferioridade em que o brasileiro se coloca diante do resto do mundo. Mas demos mais um passo importante nesse sentido, resultado de uma política que há 13 anos mostra ao mundo e aos brasileiros que podemos mais. O Brasil foi visto pelo mundo como nunca antes ocorreu. Graças ao seu povo, aos seus atletas e duas pessoas fundamentais nesse processo: Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Esse resultado olímpico nasceu com Lula. A projeção mundial que o Brasil alcançou no governo Lula e o projeto apresentado fizeram a diferença para eliminar Chicago, Madri e Tóquio e cravar pela primeira vez na história a realização dos Jogos Olímpicos na América do Sul. E foi Dilma quem deu continuidade a essa história. Foi o governo Dilma que construiu todos os equipamentos, modernizou a mobilidade e reurbanizou parte do Rio de Janeiro, além do fundamental investimento na preparação dos atletas. Será um importante legado tanto de equipamentos quanto de conhecimento para o esporte brasileiro. O programa “Brasil Medalhas” foi lançado em 13 de setembro de 2012 com objetivo de formar e investir em atletas de diversas modalidades. Foram R$ 1 bilhão entre bolsas aos atletas, aquisição de materiais e construção de centros de treinamento. Já o “Atletas de Alto Rendimento” foi elaborado ainda em 2008, no governo Lula, com o objetivo de fortalecer a equipe militar brasileira em eventos esportivos de alto nível. “Segundo Tempo” foi outro importante programa lançado no início do governo Lula, em 2003, quando não imaginávamos sediar uma Olímpiada. Não por acaso o maior medalhista olímpico brasileiro, Isaías Queiroz, e seu parceiro Erlon Silva atribuíram ao programa o sucesso de seus resultados na Rio 2016. Criado como um instrumento de inclusão social, quando o “Segundo Tempo” começou Erlon tinha 12 anos e Isaquias apenas 9. Está aí hoje o resultado. Vexame diplomático A única “bola fora” do Brasil nesses Jogos Olímpicos foi protagonizado pelo golpista Michel Temer (PMDB) ao não comparecer no encerramento para passar o bastão ao responsável pelos jogos seguintes. Se não fosse o vexame diplomático com os japoneses, o interino Temer jamais teria um motivo real para participar da comemoração de encerramento. A Olimpíada é parte da herança de Lula e Dilma que Temer tentou herdar ao apunhalar a democracia com um Golpe de Estado. Não conseguiu nada além de um vexame. Um governo golpista jamais poderia participar de um momento como esse. Obrigado Lula e Dilma. Esse ouro é de vocês!    



Informa CUT-SP

Cadastre-se e receba periodicamente
nossos boletins informativos.