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Nas ruas do estado, CUT-SP mobiliza população para barrar a reforma da Previdência

13/03/2017

Entidade esteve em diferentes pontos convocando trabalhadores para o ato de 15 de março, Dia Nacional de Paralisação e Mobilização

Escrito por: Rafael Silva e Vanessa Ramos - CUT São Paulo

Imagens: Secom/CUT-SPDesde a madrugada desta segunda-feira (13), dirigentes e militantes da CUT-SP estiveram nas ruas de diferentes pontos do estado de São Paulo para dialogar com a população sobre a reforma da Previdência, proposta do governo golpista que impedirá o acesso de muitos trabalhadores ao direito de aposentadoria.

Nesses locais, também foram distribuídos jornais que explica o que representa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287 que, na prática, não permitirá que a classe trabalhadora se aposente, já que estabelece a idade mínima de 65 anos entre homens e mulheres e determina 49 anos de contribuição para o recebimento da aposentadoria integral.

A ação deste Dia Estadual de Panfletagem, com ações organizadas pelas 20 subsedes da central estadual, faz parte da mobilização para o dia 15 de março, em que os trabalhadores cruzarão os braços e preparam um grande ato no vão livre do Masp, na Avenida Paulista, a partir das 16h, que contará também com a presença de Lula.

Pelo estado
Em Campinas, a agitação teve início às 4h da manhã nas garagens de ônibus das empresas urbanas da cidade. A subsede da CUT-SP, com a participação de sindicatos e do Levante Popular da Juventude, dialogaram com trabalhadores do transporte sobre a importância de barrar a reforma. Já os trabalhadores da indústria da energia entregaram jornal na porta da Elektro, distribuidora do ramo, e no call center da empresa.

Na Baixada Santista, a CUT-SP esteve em frente ao posto do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e do AME (Ambulatório Médico de Especialidades) entregando a edição do jornal e convidado as pessoas para o ato do dia 15.

Na região do ABC, as atividades foram em diversos pontos. Em São Bernardo do Campo, os trabalhadores dialogaram com a população no entorno da balsa orientando sobre os ataques aos direitos que Temer e o Congresso estão promovendo. O mesmo ocorreu no Paço Municipal. Em São Caetano do Sul, a ação foi na estação de trem, assim como em Mauá, que com apoio dos trabalhadores nas indústrias de confecções, panfletaram a tarde nas ruas com grande circulação de pessoas.. Já em Santo André, os sindicalistas também panfletaram na saída dos transportes públicos, enquanto que em Diadema a panfletagem foi em Piraporinha.

Em Mogi das Cruzes, a população que passava na estação Brás Cubas teve a oportunidade de pegar o jornal e conversar sobre a nefasta PEC da Previdência.

A categoria dos professores esteve em Itaquaquecetuba, na estação Manoel Freio, para alertar o público. No local, ao lado da categoria, também participou o presidente da CUT-SP, Douglas Izzo.

Em São José dos Campos, a atividade ocorreu em frente à prefeitura do município com a participação de servidores públicos. Em Marília, a panfletagem foi realizada no último sábado (11).

Bancários de Osasco fizeram a mobilização na sede do Bradesco, no bairro Cidade de Deus. No município, o Sindicato dos Comerciários de Osasco fez a ação no calçadão, tradicional ponto comercial do centro, e nas proximidades da estação de trem.

Em Bauru, no calçadão da Rua Batista de Carvalho, também teve agitação da CUT-SP para o ato da próxima quarta (15) e professores visitaram portas de escolas informando pais e mães sobre o que pode ocorrer com a aposentadoria. a mobilização também ocorreu nas portas das empresas dos gráficos e trabalhadores do transporte.

A subsede CUT Jundiaí, os gráficos, trabalhadores da alimentação e aposentados fizeram atividades em vários pontos do município e região. A subsede CUT São Carlos fez agitação e panfletagem na cidade de Ibaté. Já em Itapeva, as ações foram no centro, além de um diálogo com os trabalhadores sobre os ataques do governo golpista nos arredores da rodoviária.

E quem passou pela agência do INSS da Rua Amador Bueno, em Ribeirão Preto, também dialogou sobre o que representa a proposta da reforma da Previdência do governo golpista.

Sindicalistas do ramo vestuário de Sorocaba fizeram panfletagem nas portas das empresas, no diálogo com mulheres que representam a maioria da categoria. A tarde teve mais panfletagem no terminal de ônibus da cidade.

A subsede CUT Vale do Paraíba também fez panfletagem. Na região, com a presença dos condutores e petroleiros, a atividade contra a reforma da Previdência foi na Praça Afonso Pena. 

Teve panfletagem no Terminal Urbano de Ourinhos e na Praça Melo Peixoto realizada pela subsede CUT Ourinhos e sindicatos da região.

Na capital paulista, cutistas estiveram em muitos lugares. Nas primeiras horas da manhã, houve ação nas estações do metrô Artur Alvim e Brás. No Terminal Jabaquara e no metrô, os servidores cutistas percorreram as redondezas da região para conversar com população. Também foi intensa a ação nas entradas das estações Sé, São Bento, Tatuapé, São Miguel Paulista, Conceição e Praça da Árvore do metrô. Bancários concentraram ação na região central, nas ruas 25 de Março, Ladeira Porto Geral, Boa Vista e na Avenida Paulista. Também houve atividade na Vila Mara, na zona leste, e em Santo Amaro, na zona su.

Nas ações da capital mobilizaram-se trabalhadores gasistas, vidreiros, químicos, das autarquias de fiscalização, do sistema socioeducativo, enfermeiros, servidores municipais e estaduais, bancários e professores.

Aposentômetro
Na Praça do Patriarca, no centro de São Paulo, as pessoas que passaram pelo local puderam simular, por meio dos computadores disponíveis, a idade de aposentadoria com as regras atuais e como pode ficar se a propostas de Temer seguir adiante. O cálculo foi feito por meio do Aposentômetro, criado pela CUT em parceria com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

 

Clique aqui e veja algumas das imagens do Dia Estadual de Panfletagem.
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*Última atualização às 19h13
 

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